A Justiça do Irã negou oficialmente nesta quinta-feira, 15 de janeiro de 2026, que o manifestante Erfan Soltani, de 26 anos, tenha sido condenado à pena de morte.
Soltani, preso em 8 ou 10 de janeiro durante protestos em Karaj, é acusado de "conluio contra a segurança interna" e "atividades de propaganda contra o sistema". O judiciário afirma que a pena de morte não se aplica a essas acusações e que, se condenado, a punição prevista por lei será a prisão.
A declaração contradiz relatos anteriores de familiares e ONGs, como a Hengaw, que informaram que o jovem havia sido condenado em um julgamento sumário e que sua execução estava originalmente marcada para quarta-feira, 14 de janeiro.
A pressão internacional e a mobilização global foram citadas por observadores como fatores que podem ter influenciado o adiamento e a posterior mudança na versão oficial do governo iraniano sobre o caso.
Da Redação
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